A importância do nome de uma criatura não é por vezes menospresado ou escolhido sem sentido de futuro?
Um dia destes soube que alguém pretendia dar o nome de Maria à sua nascitura (termo lindo também...)
Um dos comentários de uma amiga, foi que se fosse para ser criada em Cascais, estaria bem, seria alguém na vida, mas ao ser criada em Olhão/Fuz(s)eta, só poderia dar em emprega de limpeza.
Não deixando de parte o facto de se estar a menospresar quem nos torna a vida mais mais fácil ao limpar o que não nos apetece limpar e assim proporcionar mais tempo para podermos esbanjar, será que é verdade?
Com esta coisa de escolher nomes para a criança andei a passear pela net e, para além de ter encontrado verdadeiros atendados aos pequenos - de quem não queria concerteza que eles nascecem e que deseja que sejam humilhados uma boa parte da vida (pelo menos durante os 9/12 anos da escola obrigatória) com nomes como Aguinaldo, Acúrcio, Adauto ou Adalgisa, Agnete, Azaléia (só para ficar pela letra A... - encontrei também os significados dos nomes.
Pois é extraordinário e que o nome mais votado no Top Bebés do Clix (Pedro) significa - pedra mais tem mais... pois anda:
" Sempre em busca da segurança, Pedro é um eterno inquieto. É perfeccionista e gentil por natureza, segue a sua intuição e sensibilidade, muito mais do que aparenta. Severo e reservado, tem os pés bem assentes na terra, racionalizando tudo, seja no trabalho ou na vida afectiva, de forma a alcançar posições firme e relações estáveis. Desconfiado e hesitante no campo sentimental, opta mais pela razão do que pelo coração."
o 2º mais votado - David, tem direito apenas a saber que é de origem hebraica e que significa "Amado,respeitado"
Decidi, então procurar por significados de nomes de pessoas que me são próximas:
Cláudia (o) - Do latim Claudius, que significa "Coxo, manco" (algo que todos queremos de um rebento...)
Ana - Hebraica - Cheia de graça, que tem compaixão, clemência. É introvertida e introspectiva. Trabalha arduamente para atingir os seus objectivos e não gosta de delegar poderes. É um pouco difícil, mas dedicada e fiel no campo amoroso. Detesta os hipócritas.
José - Deus acrescenta
e por aí adiante...
Seria interessante perceber como surgem os nomes ou mais ainda, quem se dá ao trabalho, (muitas das vezes) em inventar o seu significado? Serão os mesmos que escrevem os horóscopos nos jornais diários? Não é que Acúrcio é nome de Santo e Adauto até tem direito a um parágrafo de definição...
"Latino - Tem uma personalidade difícil, com tendência para construir com tenacidade e até teimosia, mas capaz de destruir com impulsividade. Pode ser apaixonado e violento, mas também tem arrependimentos sinceros, embora, por vezes, tardio. Prático e racional, tem facilmente êxito nos negócios. É muito criativo e bondoso e possuidor de grande vitalidade."
Soa ou não a horóscopo?
Mas decidi procurar o que me levou a escrever estas linhas, os nomes - Náná, Nini e Nani - que não sendo, por enquanto e dentro das minhas pesquisas, nomes "de baptismo", não deixam de ser nomes pelos quais se tratem algumas pessoas.
Ao escolherem nomes de criança, que os variados diminutivos possam dar algo como os cima (e outros que se equivalem) não estarão a condenar as pobres criaturas a passarem a vida de mãos molhadas, entre tesouras, rolos, frisadores e ceras? A serem aos co-proprietárias do Salão do Bairro?
Bem sei que os nomes Dadi, Mituxa e Cinha, também podem ser "de bem" mas não será só se forem criadas em Cascais e casarem com um homem rico e com um nome de familia. Se for numa outra qualquer parte do país, não poderá acontecer como a Maria?
Ao bom jeito dos senhores dos horóscopos, à frente de Nani/Nini/Náná deverá aparecer:
"Latina - Tem uma personalidade fácil, com tendência para construir permanentes e até madeixas, mas capaz de destruir com frisador. Pode ser apaixonada e violenta, mas talentosa no brushing. Tem arrependimentos sinceros, embora, por vezes, tardios, com consequências desastrosas. Prática e racional, tem facilmente êxito nos negócios da beleza. É muita criativa, bondosa e possuidora de grande vitalidade capilar"
domingo, 24 de fevereiro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Um bebé na perna
É extraordinário como a nossa mente funciona...
Estava sentado e relaxado no sofá a ver televisão, o Serviço de Urgência, série que sigo quase religiosamente e, numa cena não muito alegre, onde um homem a morrer, tendo escolhido que quer morrer, abdicando de artificios e tentativas artificiais de lhe prolongar a vida, se lamneta de não ter aproveitado a vida e conhecido melhor o filho, quando na mente, surge uma imagem de um bébé sentado ao meu colo.
A posiçao no sofá permitia que um bebé pudesse estar sentado na minha perna sendo amparado por uma mão nas costas. era como se estivese a olhar para e por ele.
Foi a 1º vez que, acordado, me vi como pai...
Bem sei que a mente nos provoca e nos testa e que o momento da verdade está cada vez mais próximo.
Nada nos prepara para esta coisa da paternidade e todo o sentimemento ( e trabalho) que isso representa.
Os bebés dos outros, por mais próximos que sejam, nunca me tocaram profundamente, apesar de, desde há 4 anos, terem começado a surgir à minha volta com o cogumelos. Mas, não deixam sempre de ser mais uma criança.
Sempre considerei exageradas aquelas pessoas que parecem gostar de todas as crianças e adoram tudo quanto seja petiz e são mesmo capazes de dizer que todos os bebés são liiiiindos (!!). É mentira... alguns são bem feios e nem sequer vão melhorando com o tempo...
Mas aquele pensamento colocou-me um sorriso, não só no rosto, mas no interior, e estes são bem mais fortes e marcados que os externos. Marcam-nos a alma... Ficaria bonito dizer, mas a verdade é que me surgiu um sentimento de ... calma.
De Amor, talvez....
Estava sentado e relaxado no sofá a ver televisão, o Serviço de Urgência, série que sigo quase religiosamente e, numa cena não muito alegre, onde um homem a morrer, tendo escolhido que quer morrer, abdicando de artificios e tentativas artificiais de lhe prolongar a vida, se lamneta de não ter aproveitado a vida e conhecido melhor o filho, quando na mente, surge uma imagem de um bébé sentado ao meu colo.
A posiçao no sofá permitia que um bebé pudesse estar sentado na minha perna sendo amparado por uma mão nas costas. era como se estivese a olhar para e por ele.
Foi a 1º vez que, acordado, me vi como pai...
Bem sei que a mente nos provoca e nos testa e que o momento da verdade está cada vez mais próximo.
Nada nos prepara para esta coisa da paternidade e todo o sentimemento ( e trabalho) que isso representa.
Os bebés dos outros, por mais próximos que sejam, nunca me tocaram profundamente, apesar de, desde há 4 anos, terem começado a surgir à minha volta com o cogumelos. Mas, não deixam sempre de ser mais uma criança.
Sempre considerei exageradas aquelas pessoas que parecem gostar de todas as crianças e adoram tudo quanto seja petiz e são mesmo capazes de dizer que todos os bebés são liiiiindos (!!). É mentira... alguns são bem feios e nem sequer vão melhorando com o tempo...
Mas aquele pensamento colocou-me um sorriso, não só no rosto, mas no interior, e estes são bem mais fortes e marcados que os externos. Marcam-nos a alma... Ficaria bonito dizer, mas a verdade é que me surgiu um sentimento de ... calma.
De Amor, talvez....
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Olaré!!!
Cá está...
Caramba...
O 1º Post ou mensagem ou lá o que lhe vou chamar...
Huumm...
É um desafio... como não tenho muito que fazer, proponho-me a começar a colocar o papel (já lá vai o tempo...!) o que há muito venho pensando e não fica gravado em lado nenhum.
E será que isso interessa? Bááá, quem sabe... logo se vê...
Caramba...
O 1º Post ou mensagem ou lá o que lhe vou chamar...
Huumm...
É um desafio... como não tenho muito que fazer, proponho-me a começar a colocar o papel (já lá vai o tempo...!) o que há muito venho pensando e não fica gravado em lado nenhum.
E será que isso interessa? Bááá, quem sabe... logo se vê...
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